quinta-feira, 1 de outubro de 2009

12 boas razões para consumir alimentos biológicos

1. Valor nutritivo: cultivados em solos equilibrados por fertilizantes naturais, os alimentos biológicos são de melhor qualidade quanto ao teor em vitaminas, minerais, hidratos de carbono e proteínas, capazes de saciar graças ao equilíbrio dos seus constituintes.
2. Sabor: Nos solos regenerados e fertilizados organicamente, as plantas crescem saudáveis e desenvolvem, da melhor forma, o seu verdadeiro aroma, a sua autêntica cor e sabor, os quais permitem redescobrir o verdadeiro gosto dos alimentos originalmente não processados.
3. Garantia de saúde: Inúmeros pesticidas proibidos em determinados países devido a sua toxicidade continuam a ser utilizados, por vezes vendidos ilegalmente e obtidos por contrabando. Os estudos toxicológicos reconhecem as relações existentes entre os pesticidas e certas patologias, como o cancro, as alergias e a asma.
4. Água Pura: A prática de agricultura ecológica, que não utiliza produtos perigosos nem grandes quantidades de azoto - que contaminam os lençóis de água potável, é uma garantia permanente da obtenção de água pura nos tempos futuros.
5. Certificação: Os produtores agrobiológicos seguem um caderno de normas rigoroso, controlado por organismos de certificação, segundo regras internacionais reconhecidas, hoje em dia, pelos governos de inúmeros países.
6. Solo fértil: O solo é a base de toda a cadeia alimentar e a principal preocupação da Agricultura Biológica. Qualquer prática no âmbito da pedologia deve visar a conservação da fertilidade do solo e, inclusivamente, melhorar a sua condição, em particular pelo aumento do teor em húmus das terras aráveis.
7. Biodiversidade: A diminuição da diversidade biológica é um dos principais problemas ambientais dos dias de hoje. A Agricultura Biológica preserva as sementes para o futuro impedindo, deste modo, o desaparecimento de inúmeras variedades de grande valor nutritivo e cultural.
8. Harmonia: A Agricultura Biológica respeita o equilíbrio da Natureza e contribui para um ecossistema são. O equilíbrio entre agricultura e floresta, as rotações das culturas, etc. permitem a preservação de um espaço rural capaz de satisfazer as gerações vindouras.

9. Comunidades Rurais: A Agricultura Biológica permite a revitalização da população rural e restitui aos agricultores a verdadeira dignidade e o respeito que lhe são merecidos da população em geral pelo seu papel de guardião da paisagem e dos ecossistemas agrícolas.
10. Educação: A Agricultura Biológica é uma grande "escola prática de Educação Ambiental". Ela apresenta um modelo de desenvolvimento sustentável no meio rural deveras promissor para todos os jovens a quem, um dia, caberão as tomadas de decisão da sociedade.
11. Emprego: Graças à dimensão humana que estas explorações assumem, as práticas ecológicas e à gestão adequada dos recursos locais, os produtores agrobiológicos geram oportunidades de criação de empregos permanentes e dignos.
12. Futuro: Os produtores agrobiológicos são grandes inovadores que conseguem a combinação de práticas tradicionais com as práticas mais modernas, desenvolvendo assim as técnicas que permitem evitar o emprego de agentes poluentes do ecossistema agrícola.

Como contribuir para uma reciclagem mais eficiente?

Mais de metade do lixo que produzimos todos os dias pode ser reciclado. Veja o que pode separar em casa e onde depositar os resíduos que não devem ser deitados no lixo indiferenciado.

Porque se devem separar os resíduos recicláveis?
Reciclar materiais permite reutilizá-los como matéria-prima no fabrico de novos produtos, diminuindo o uso de recursos naturais (muitos dos quais não renováveis). Além disso, fabricar novos produtos a partir de materiais usados consome menos energia do que a partir de matérias virgens.

O sector dos resíduos contribui significativamente para a emissão de gases com efeito de estufa. Já a reciclagem é o processo de tratamento de resíduos com maior potencial de redução indirecta de emissões de CO2. Num momento em que o combate às alterações climáticas surge como um dos grandes desafios ambientais, é fundamental reciclar.

A reciclagem permite diminuir a quantidade de resíduos que tem como destino final os aterros sanitários, prolongando a vida útil destes últimos e evitando a construção de novos.

Os cidadãos devem participar activamente na correcta separação dos resíduos para posterior reciclagem. Este procedimento não se deve limitar às embalagens, mas incluir todos os resíduos passíveis de ser reciclados, como os óleos usados, electrodomésticos, pilhas, automóveis, etc.

O meu contributo é importante?
Para controlar os milhões de toneladas de resíduos originados todos os anos na Europa, foi criada legislação que impõe metas mínimas para a reciclagem de certos materiais, como o papel, vidro, plástico, metal, equipamento eléctrico e electrónico, pilhas e acumuladores, veículos em fim de vida, óleos usados, etc.
Em 2005 deveríamos ter reciclado, no mínimo, 25% dos resíduos que produzimos diariamente. Mas, os valores atingidos ficaram longe da meta. A recolha selectiva perfez apenas 9% dos resíduos produzidos, dos quais nem todos foram encaminhados para a reciclagem (devido aos refugos na operação de triagem).
Quanto aos resíduos de embalagem, há novas metas a atingir até 2011: 22,5% para o plástico, 50% para o metal, 60% para o vidro, papel e cartão, e 15% para a madeira. A sua contribuição é, por isso, muito importante. Não se esqueça de que a separação de resíduos para reciclar não está limitada aos ecopontos. Nos ecocentros também pode entregar outros materiais, como óleos usados, electrodomésticos velhos, madeira, etc.

Como separar as embalagens usadas?
Separar em casa as embalagens usadas (metal, plástico, papel, cartão e vidro) é o primeiro passo para a sua reciclagem. Deve ter em conta algumas regras básicas:
se o seu município já faz a recolha selectiva dos resíduos orgânicos (restos de comida, por exemplo) com vista à compostagem, separe-os, então, das restantes embalagens que ainda não podem ser recicladas;
retire tampas e rolhas, pois, na maioria dos casos, são feitas de materiais diferentes da embalagem que vedam;
escorra o conteúdo das embalagens e, para evitar maus cheiros, passe-as por água (frascos ou garrafas de iogurte, por exemplo);
para poupar espaço, em casa e mesmo no ecoponto, espalme as embalagens (caixas, embalagens de cartão para alimentos como o leite ou sumos, garrafas e garrafões de plástico) sempre que possível;
embora práticos, os contentores específicos para separar os resíduos em casa não são imprescindíveis. Os sacos de plástico usados servem perfeitamente. Depois de os utilizar, deposite-os no contentor amarelo do ecoponto;
para colocar os resíduos domésticos no ecoponto, siga as indicações dadas pela autarquia.

Qual a diferença entre ecoponto e ecocentro?
O ecoponto é um conjunto de três contentores para recolha selectiva de embalagens usadas: o amarelo (para as de plástico e metal), o azul (para as de papel e cartão, jornais, revistas e papel de escrita) e o verde (para as de vidro). A este conjunto pode, ainda, estar associado um pequeno contentor vermelho para as pilhas.
O ecocento consiste num parque de grandes dimensões, que recebe embalagens usadas e outros resíduos, por exemplo, madeira, entulhos provenientes de construção e demolição, electrodomésticos, móveis, óleos minerais e vegetais, baterias de automóveis, etc. Mas, como nem todos os ecocentros estão preparados para receber os mesmos resíduos, verifique o que pode entregar no do seu concelho.
E não se esqueça: separar para reciclar não significa usar apenas o ecoponto!

O que depositar ou não no embalão?
O que colocar
Embalagens de plástico:
garrafas e garrafões; sacos de plástico (de supermercado ou maiores), esferovite limpa; garrafas de iogurte; garrafas de óleo alimentar.
Embalagens de aço e alumínio:
latas de bebidas e de conserva; aerossóis vazios; tabuleiros de alumínio.
Embalagens de cartão para líquidos alimentares:
pacotes de sumo, leite, vinho, etc. (desde que escorridos).

O que não colocar
Embalagens de plástico que tenham contido gorduras, por exemplo:
margarina, manteiga e banha; cosmética gordurosa; copos de iogurte.
Embalagens de plástico que tenham contido produtos tóxicos ou perigosos, por exemplo:
combustíveis e óleo de motor, pesticidas.
Electrodomésticos
Pilhas e baterias
Outros objectos de metal que não sejam embalagens:
tachos e panelas, talheres, ferramentas, etc.

O que depositar ou não no papelão?
O que colocar
Caixas de cartão liso e canelado:
caixas de cereais; de sapatos e invólucros de cartão, por exemplo.
Sacos e papel de embalagem de embrulho
Jornais, revistas e papel de escrita

O que não colocar
Embalagens e papéis que tenham servido para produtos orgânicos ou com gorduras:
pacotes de batatas fritas, pacotes de manteiga e margarina.
Fraldas, guardanapos, lenços e toalhetes.
Papeis metalizados (folhas de alumínio), plastificados ou de autocolantes.
Embalagens de produtos tóxicos e perigosos:
sacos de adubos, pesticidas e cimento, por exemplo.
Loiça de papel.

O que depositar ou não no vidrão?
O que colocar
Garrafas de vinho, refrigerantes ou cerveja, boiões e frascos são os materiais por excelência que compõem o casco, destinado a ser novamente fundido.

O que não colocar
Objectos em cerâmica e porcelana são um autêntico veneno para a reciclagem do vidro, pelo que deve depositá-los no contentor do lixo indiferenciado.
Objectos em cristal, pois contêm chumbo na sua composição.
Materiais de construção (estuque, tijolos, cimento, etc.) também devem ser banidos do vidrão ou de qualquer outro contentor dos ecopontos.
Vidros especiais, como os provenientes de pára-brisas, janelas, lâmpadas, espelhos, vidros com rede de arame, pirex, pois modificam a composição do vidro de embalagem.

O que depositar no pilhão?
Deposite as pilhas e acumuladores (baterias de telemóvel, por exemplo) usados nos pilhões disponíveis em muitos locais de venda destes produtos, como super e hipermercados, bem como escolas, juntas de freguesia e outros locais públicos. Não se esqueça de que os retalhistas têm de aceitar, sem encargos adicionais, as pilhas e acumuladores usados dos consumidores que lhes comprem produtos idênticos. Os ecopontos e ecocentros também são locais adequados.

O que fazer quando o ecoponto está cheio?
Mesmo que os contentores estejam a transbordar, devido a uma recolha pouco frequente, não deixe os resíduos fora do ecoponto. Isso equivale a abandonar o lixo na via pública, sendo uma prática punida por lei. Neste caso, opte por uma de duas alternativas "menos más": guardar os resíduos até os contentores serem despejados ou depositá-los no lixo indiferenciado.
A instalação e a manutenção destes contentores está a cargo do seu município ou de outra entidade na qual foi delegada essa tarefa. O mesmo acontece com a recolha dos materiais colocados nos ecopontos, ecocentros ou na recolha porta-a-porta. Em geral, os circuitos de recolha são definidos consoante o enchimento que os ecopontos apresentam. Mas o seu contributo é valioso: contacte a entidade responsável quando detectar anomalias.

E depois do ecoponto? Não será tudo misturado de novo?
Em teoria, depois de recolhido o conteúdo dos contentores, os materiais são encaminhados para centrais de triagem. Como os contentores verde e azul só têm, em princípio, vidro e papel/cartão, respectivamente, os materiais aí recolhidos são armazenados ou enfardados, e depois transportados para recicladores.
Já o contentor amarelo alberga dois materiais diferentes: os plásticos e os metais (ferrosos e alumínio). Por isso, nos centros de triagem, estas embalagens são separadas através de processos manuais e mecânicos. Por fim, são compactadas e enfardadas, para serem recicladas em empresas autorizadas. Posteriormente, os materiais tratados são usados como matéria-prima no fabrico de novos produtos.

Quero comprar um frigorífico novo. O que faço ao velho?
Quando decide desfazer-se de um aparelho, pode dar-lhe um de três destinos: fazer retoma, entregá-lo para recolha selectiva ou doá-lo. Se o aparelho ainda funcionar, há muitas que agradecem este tipo de donativo..
Quando compra um aparelho eléctrico novo (torradeira, microondas, TV, máquina de lavar, etc.) pode entregar, gratuitamente, o antigo na loja, desde que seja equivalente e tenha a mesma função do comprado. Isto é ainda válido para os equipamentos entregues ao domicílio.
Também é possível contactar a sua câmara municipal e pedir a recolha dos chamados “monos” domésticos, ou depositar o aparelho directamente no ecocentro do seu município (se existir um) ou em qualquer centro de recepção autorizado. Os aparelhos recolhidos nestes locais devem ser depois encaminhados para reutilização (total ou parcial) ou desmantelamento e reciclagem.

O que são os "monos" ou "monstros" domésticos?
São electrodomésticos, equipamentos electrónicos, móveis velhos e outros resíduos que, dadas as suas características ou volume, não podem ser depositados nos ecopontos, nem no contentor para o lixo indiferenciado. Antes de mais, verifique se não estão ainda em condições de ser doados a instituições de caridade.
Algumas câmaras municipais ou juntas de freguesia fazem a recolha de "monos" porta-a-porta ou junto dos contentores do lixo. Contacte previamente a entidade responsável para combinar o dia e a hora da recolha. Assim, evitará que os "monos" fiquem na via pública por mais tempo do que o estritamente necessário. Pode, também, levá-los para o ecocentro mais próximo.

Que destino dar às lâmpadas fluorescentes?
Evite deitar estas lâmpadas no lixo e, muito menos, no vidrão. As lâmpadas fluorescentes ou de descarga não podem ser depositadas no contentor do lixo indiferenciado, pois contêm substâncias perigosas que devem ser recolhidas separadamente.
Quando uma lâmpada deste tipo se funde, pode entregá-la, sem qualquer custo, no estabelecimento onde vai comprar a nova. Também pode depositá-la nos centros de recolha de resíduos de equipamento eléctrico e electrónico, ou nos ecocentros que as aceitam. Mas os contentores dos ecocentros nem sempre oferecem garantias de que as lâmpadas vão chegar intactas ao destino final.

Onde depositar os restos de tinta e de verniz?
Dada a sua composição, os restos de tintas, solventes e vernizes são resíduos domésticos perigosos. Tente comprar só a quantidade necessária. O melhor destino para estes resíduos são os ecocentros mas, infelizmente, poucos estão em condições de os aceitar. Enquanto se aguarda a criação de uma entidade responsável pela gestão de pequenas quantidades de resíduos perigosos, e caso não haja um ecocentro no seu município ou o mesmo não receba estes resíduos, não terá outro remédio senão deitá-los no lixo indiferenciado (nunca no ecoponto).
O que fazer à bateria do meu carro?
As baterias usadas não podem ser introduzidas nos circuitos municipais de recolha de resíduos. Por isso, os grossistas e retalhistas são obrigados a aceitar, sem encargos, as baterias usadas. A sua recolha deve ser acompanhada do abatimento de uma certa parcela do preço de uma bateria nova quando se entrega a usada. Esta informação deve ser publicitada nos locais de venda.
Os produtores e importadores são obrigados a recolher, junto dos grossistas e retalhistas, as baterias deixadas pelos consumidores. Objectivo: armazená-las temporariamente até serem encaminhadas para tratamento final (valorização ou eliminação).
Se que desfazer-se da sua bateria velha, mas não vai comprar uma nova, entregue a usada num ecocentro (desde que este as aceite).
Os medicamentos devem ir para o lixo?
Os medicamentos de que já não precisa ou que estão fora do prazo de validade não podem ser deitados no lixo, nem no esgoto, dado contaminarem os solos e a água. Devem ser entregues nas farmácias. Actualmente, o destino final destes produtos é a incineração, mas o papel das caixas e dos folhetos informativos, são separados para posterior reciclagem.
O que fazer aos óleos alimentares usados?
Estes podem ser usados para produzir combustível alternativo ao gasóleo (biodiesel). Em Portugal, já há empresas que aproveitam o óleo de fritura para este fim, e começam a surgir os primeiros ecocentros que os aceitam. Alguns municípios também estão já equipados com contentores específicos para esta recolha, os chamados "oleões". Se este for o caso do seu município, guarde o óleo num frasco ou na garrafa de origem e entregue-o aí. Caso contrário, é preferível recolher os óleos alimentares usados num frasco e depositá-los no contentor do lixo indiferenciado. Apesar de não ser a melhor opção, é preferível a despejá-lo nos esgotos domésticos.
O meu carro chegou ao fim de vida. Que fazer?
Em média, um carro velho equivale a uma tonelada de sucata (incluindo a componente metálica, os plásticos, os pneus, os vidros, as borrachas, as espumas, os óleos, etc.). Grande parte pode ser reciclada, reutilizada ou reconvertida em energia. Os proprietários são responsáveis pelo destino adequado de um veículo em fim de vida e devem assegurar a sua entrega num centro de recepção ou desmantelamento autorizado. Procura-se, desta forma, garantir que o seu veículo será tratado de forma ambientalmente correcta e que os respectivos registos e a matrícula serão cancelados. Os centros de desmantelamento são responsáveis pela emissão do certificado de destruição, cujo original deve ser entregue ao proprietário do automóvel.
Que destino para os pneus usados?
Os pneus usados já não são lixo: podem ser recauchutados, reciclados ou valorizados energeticamente. A recauchutagem faz a substituição do piso do pneu e, por vezes, dos seus flancos através de um processo de vulcanização. A reciclagem dos pneus consiste na separação prévia dos seus principais componentes: borracha, aço e têxtil. O aço é enviado para siderurgias e depois incorporado em novos produtos. Regra geral, a parte têxtil não é aproveitada, sendo enviada para aterro sanitário ou incinerada. Quanto à borracha, é, em grande parte, transformada em grânulos, que são usados na elaboração de outros produtos, como pavimentos anti-choque desportivos e de segurança, betume modificado de borracha para pavimentação e reabilitação de estradas, etc. A borracha obtida a partir de pneus velhos também pode dar origem a relva sintética, materiais isolantes ou pisos de absorção de choque para parques infantis, telas, tapetes, lombas dissuasoras de velocidade ou mesmo solas para sapatos.
Quando for a um concessionário ou oficina colocar pneus novos, pode entregar os usados. Os distribuidores que comercializem pneus não podem recusar-se a aceitá-los em troca de pneus do mesmo tipo e na mesma quantidade.
Se prefere comprar pneus novos e montá-los sozinho, lembre-se de depositar os usados num dos pontos de recolha existentes. Tanto empresas, como particulares podem aí entregar pneus de qualquer categoria gratuitamente.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Lee Iacocca, Auto Executive

"The discipline of writing something down is the first step toward making it happen."

By Madeline Bridges

"Give the world the best you have and the best will come back to you."

Gerald R. Ford, 38th President of the United States

"Nothing in life is more important than the ability to communicate effectively."

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Apanha das Cerejas na Villa Oliveira!

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quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Revista EXIT n.21 "Empreendedorismo Social e Sustentabilidade"

Caríssimos e caríssimas, a edição da revista EXIT n.21 foi dedicada ao tema "Empreendedorismo Social e Sustentabilidade" focalizando-se nos benefícios da capacitação organizacional (a nível técnico, capital social e relacional) que as organizações de qualquer sector de actividade, mas sobretudo as da Sociedade Civil, podem obter para aumentar a base de impacto sócio-cultural, económico e ambiental resultante das suas intervenções. É através da aplicação dos paradigmas de Gestão às Organizações da Sociedade Civil, tais como Governança Corporativa, Responsabilidade Social das Organizações, Ética Empresarial, Qualidade ou Gestão da Reputação, que se pode criar uma organização fidedigna através da criação de um tipo inspirador de organização não lucrativa... que garanta a sua própria sustentabilidade e, em última instância, a da própria coesão social. Para esta edição contribuiram personalidades como: - Margarida Ségard (RSOpt), Conceição Zagalo (Grace), Luis Rochartre (BSCD), Mário Parra Silva (APEE), Miguel Alves Martins (IES), Lynce Faria (AESE), Fernando Gaspar (Lusíasa), José Ferreira (Tree), João José Fernandes (OIKOS), Nathalie Ballan (Sair da Casca), Paula Vicente (Equal) e Mário Moniz Barreto (ANEBE). Junto envio link para download da EXIT: - http://www.dianova.pt/index.php?option=com_remository&Itemid=156&func=startdown&id=57

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Périplo pela reconstrução da Villa Oliveira

É de facto um périplo a reconstrução e as obras em geral. Não se trata da exploração de um rio, mas não se encontra muito distante da margem do Rio Balsemão, a Villa Oliveira, tem tido alguns episódios inquietantes na sua recuperação.
Imaginem só, a escada interior é ligeiramente curva, ligeiramente. Mas, teve de ser mais um pouco, para ir bater na parede e fazer lá um buraco. O empreiteiro acha que a escada tá muito bem, o buraco é feitio, não haja dúvida que deve ser única.
Paciência para estes Homens, das obras!

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Chinese Proverb

"The best time to plant a tree was 20 years ago. The next best time is now."

By John F. Kennedy, 35 President of the United States

"When written in Chinese, the word 'crisis' is composed of two characters - one represents danger and the other represents opportunity."

By Mohandas Gandhi

"Happiness is when what you think, what you say, and what you do are in harmony."

sábado, 31 de janeiro de 2009

Actual sindrome de insatisfação generalizada, por Fátima Pinto

Quem segue lider maravilhoso, pode ter um destino desastroso!
Quem não reconhece auto-confiança interna, procura auto-reconhecimento externo!
Quem não sabe criticar, pode elogiar os defeitos.
Estratégia não é mostrar, é esconder!
O que mantém a mente activa são as dúvidas, dúvida é aprofundamento! As certezas tornam o cérebro estático, bloqueado!

sábado, 10 de janeiro de 2009

Marie Curie, Chemist, Author

"Life is not easy for any of us. But what of that? We must have perseverance and, above all, confidence in ourselves. We must believe that we are gifted for something, and that this thing, at whatever cost, must be attained"